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28 de abr. de 2016

Crítica - Capitão América: Guerra Civil

Olá Brasil!

Enfim, depois de tanto erro passado. Tantas retaliações... Parei! Rsrs
Mas enfim, chegou a tão aguardada estreia de Capitão América: Guerra Civil


Direção: Joe Russo, Anthony Russo
Roteiro: Christopher Markus



Honrando a tradição, fui à sessão da madruga, ou primeira sessão. Cinema lotado, é claro! Fanboy vestido de Capitão América, e muita gente (incluindo me) de camiseta. Fui lindamente de #TeamCap, ao qual me aliei após ler o livro Marvel Guerra Civil, que já super recomendo. 

Pois então, falando em livro, vale ressaltar que o enredo do filme é bem diferente da história contada nas HQs e no livro. Enquanto na história original, o governo decide de vez colocar o registro de super humanos em vigor após o atentado em Stanford, que destrói uma escola, no filme isso acontece depois de um incidente envolvendo os Vingadores, na cidade de Lagos. É claro que o plano já vinha sendo elaborado muito antes, porque quando o Tratado de Sokovia chega até nosso heróis, já havia sido aprovado inclusive pela ONU.

A tensão dos conflitos começa a se desenvolver, com os lados se mostrando entre aqueles a favor e contra o tratado. Já se sabe Tony Stark (Robert Downey Jr) é favor da supervisão e controle do governo sobre os heróis, uma vez que suas ações trazem consequência imensuráveis (acredito que tanto pro bem quanto pro mal). Steve Rogers (Chris Evans) por sua vez é contra, já que acredita que liberdade dos heróis deve ser mantida, além de como ficou claro em Soldado Invernal, ele não confiar no governo. Por que será neh? 
Aliás, Buck (Sebastian Stan), tem um papel fundamental já que através de uma armação feita pra ele que a guerra começa. 

Mesmo não sendo fiel às HQs, a essência da história, dos conflitos é mantida. E o roteiro funciona mito bem. Além de termos a Guerra Civil como a trama central, há ainda algumas subtramas de pano de fundo. E isso, não só envolve, como ainda intriga e surpreende o espectador. Tem várias reviravoltas, e mesmo eu, não tendo gostado muito do rumo das coisas lá perto do final, o filme é envolvente de tal forma, que as mais de duas horas de duração passam despercebidas.

Sem contar que a participação de cada herói é feita de forma coesa. Tanto Homem-Aranha (Tom Holland) (na versão pirralho), quanto Pantera Negra (Chadwick Boseman), são muito bem introduzidos no universo. E o melhor: sem enrolação.

A cenas de ação são empolgante! Desde o início, em que uma parte dos Vingadores estão em uma missão, até o confronto entre Capitão Améica e Homem de Ferro. As lutas, bem coreografadas, exploram as habilidades de cada um. As engenhosas cenas de perseguição, que são muitas: em terra, no ar, pulando de um prédio pro outro, são bem montadas, e temos muitos planos abertos, que fazem o 3D funcionar de um jeito que eu nunca havia visto antes. Profundidade de campo nota: 10!

Muito bem pensada, a batalha principal entre os heróis acontece em um aeroporto totalmente vazio. (Afinal, não queremos mais baixas de civis neh!?) Aí temos sequências incríveis! E mesmo com muitas informações na tela, ninguém fica perdido. Sem contar que essa parte rende ótimos diálogos e muitas piadas irônicas do jeito que o povo quer. Do jeito que o povo gosta!

Guerra Civil supera, na minha opinião, o Soldado Invernal (considerado o melhor filme da Marvel). Ademais de tudo que já disse acima, o filme é mais obscuro, com ar pesado (tem mais sangue que os outros) e uma pegada mais madura, trazendo uma discussão ética e moral. Até onde a vigilância institucional pode ir, sem ferir a liberdade de um indivíduo? Algumas das medidas tomadas para conter os heróis, trazem a questão à tona. Exemplo quando colocam em Wanda (Elizabeth Olsen) uma coleira para neutralizar seus poderes.

Outro ponto interessante também, é que fica margem para que o espectador tire suas próprias conclusões, uma vez que entre #TeamCap e #TeamIronMan, não são definidos mocinhos ou vilões. É uma luta por ideais. E como fica claro no decorrer da trama: ideais mudam.

Conclusão final: O filme é excelente! Entrega tudo o que vem prometendo e não decepciona nenhum dos times. Portanto pessoas, se não compraram o ingresso ainda, comprem porque as sessões estão lotadas. 

Trailer: Capitão América: Guerra Civil


Agora gente, eu preciso falar dela: a rainha, a maravilhosa, a que representa: Viúva Negra


Novamente ela dá um show: Capitão América bate em um. Falcão (Anthonie Mackie) Chega e pega o outro. Wanda pega a fumaça. Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) bate em sete. Sozinha. Sem poderes. Sem armas. 

Assim como no livro, ela não assina o tratado logo de cara, e assinar não quer dizer que ela vá entregar sua lealdade completamente. Só posso dizer que ela não decepciona. E no final fica a pergunta: O que raios aconteceu com a Natasha? De todos os personagens, ela é a única que vai sem deixar vestígios.

Esperançosa utópica como sou, e tendo lido suas HQs recentemente, quero acreditar que ela foi atrás de seu passado, que a Marvel vai finalmente explorar isso no cinema. De preferência com um filme solo dela. Obrigada e de nada!


Bjs inté!



11 de fev. de 2015

Então?! Vamos falar de cinema? Cinquenta tons de cinza Filme

O primeiro fato sobre #CinquentaTonsFilme é: Não tem nada que você já não tenha visto na novela das nove. Ou nas séries da Netflix.


(Não basta estar de madrugada no cinema, vendo pornô literário, tem que acontecer alguma treta, pra lacrar a noite! Dessa vez a Ludmila, que agora pegaria o Christian Grey a qualquer hora (ela ainda não o conhecia), perdeu a chave do carro e teve que sair no meio da sessão pra procurar. Sem emoção não tem graça!)

Agora, vamos aos outros fatos.

O filme me surpreendeu_ de forma positiva, em muitos aspectos, desses o principal foram os atores. Destaque para Dakota Johnson. Gostei dela logo quando anunciaram o elenco. Achei que era a cara da Anastasia Steele mesmo. E pra alegria geral ela é uma ótima atriz. E tem expressão facial (ao contrário da personagem que inspirou sua criação). Além de ser muito engraçada. Jamie Dornan também não deixa a desejar. Não tinha achado ele suficientemente bonito para ser o Christian, mas aí ele apareceu com aquela voz maravilhosa e aqueles olhos penetrantes, não tem como não aprovar. Agora até acho ele maravilhoso! E intenso e intimidador e limpo.

E se tem uma coisa que amo, é expressão facial e ambos os protagonistas tem, e não temem usar.


Muitas das cenas de sexo não estão no filme. As que estão são sim bem intensas. Até um pouco detalhistas, mas nada que fira (na minha opinião e na das bests que arrastei pro cinema meia noite) a moral e os bons costumes. Sinceramente? Não sei o porque de tanto estardalhaço. Não é metade do que é o livro. Como disse uma amiga"é uma comédia romântica. Só que com muita nudez". E é mesmo. E esse é outro aspecto positivo do filme. O humor foi inserido na trama de forma sutil. Não parece forçado mas, uma consequência natural das situações em que os personagens se envolvem. 

Resumindo: o filme é muito bom! Melhor até que o livro. Tô até com vontade de ler o terceiro. 
_São mais de 400 páginas.
Vontade passou.

Mas com certeza verei os próximos filmes, que se manterem a qualidade de edição desse tem tudo para ser sucesso. São planos de detalhe perfeitos, como da mania irritante que a Ana tem de morder o lábio, ou de um gelo na boca e uma mão aqui e ali, entre outros detalhes que deram um certo charme e tom minimalista ao filme. Além da fotografia que ilustra bem as mudanças de humor de Christian, passando de uma cena escura para outra totalmente clara. O que pode desorientar o espectador. E por fim, a trilha sonora que é simplesmente perfeita! Lacrou!



Pros amantes da literatura e desconfiados quando o assunto são adaptações, não se preocupem o essencial é mantido e sem distorcer ou inventar cenas desnecessárias. Lembram dos e-mails que eles trocam? Estão lá, e as mensagens de texto também. E a química que eu temia faltar entre os atores também. Eles ficaram perfeitos juntos. Paguei língua, porque até sorriso torto o Dornan tem.

Não posso terminar sem falar do público. 99%  eram mulheres. E gente que ovolução era aquela no cinema? Parecia sessão do Crepúsculo com meninas de 12 anos. Sério! Uma rasgação de calcinha que fiquei de cara. E tinha gente lá de todo tipo: Adolescente, mulher, mãe, vó, tia, gays. Todo mundo se agarrando a utopia de um dia na vida encontrar seu Christian Grey e sair pra passear de avião ao nascer do Sol. Não custa nada sonhar neh!

Fica aí a dica para o carnaval: Assistir Cinquenta Tons de Cinza.

É isso. Bjos inté!

Trailer: Cinquenta Tons de Cinza





25 de jan. de 2015

Então?! vamos falar de cinema? Loucas pra Casar

Sábado, chuva clima perfeito pra assistir um filminho neh. Que tal uma comédia?
Foi o que eu e minha sis fizemos. Fomos ao cinema e assistimos Loucas pra Casar.



Em suma o filme é muito bom. Piadas bem-feitas, edição também, trilha sonora com muito happy, e um elenco impecável. Sou do tipo que acha que tudo tem limite, inclusive o humor. Loucas pra Casar, faz chorar de tanto rir sem extrapolar, apesar de  reforçar alguns esteriótipos, afinal estamos falando de um filme sobre uma mulher que mesmo tendo sucesso em praticamente tudo o que faz, acha que precisa casar pra ser plenamente feliz. Mas qual piada não reforça?

Nessa empreitada rumo ao altar e em meio as fantasias que tem com o namorado Malu desconfia que ele tem uma amante, duas na verdade. Acaba que as três entram em uma corrida nupcial pra ver quem vai casar com Samuel (Marcio Garcia). 
Cada uma é um tipo de mulher diferente que usa as artimanhas que tem para segurar o homem dos sonhos. Malu ou Maria Lúcia (Ingrid Guimarães) é a profissional, perfeccionista, assistente, linda inteligente. Lúcia (Suzana Pires) é a gostosa, linda, esperta, barraqueira, boa de cama e com direitos autorais sobre a Borboleta Paraguaia. Maria (Tatá Werneck) por sua vez é a beata, jovem, de Jesus, exímia Amélia, detentora do cabaço. (kkkkkkkk³) 

Durante a corrida nupcial vemos elas se metendo em tudo que é confusão, e aos poucos Malu vai perdendo a sanidade. O que faz jus ao título do filme: Loucas pra Casar. Confesso que quando foi chegando ao final fiquei um pouco incomodada, porque me pareceu que as coisas estão perdendo um pouco o sentido e a verossimilhança. My fault. Porque tudo faz muito sentido. São os pequenos detalhes da trama que vão te fazer entender que começo, meio e fim, se encaixam completamente, que o final é sim perfeitamente verossímil.


É isso! Quando forem assistir ao filme não façam como eu. Pelo contrário se apeguem aos detalhes e não deixem nada passar despercebido. Ah! levem um lenço, porque você podem precisar. Eu precisei, afinal chorei de tanto rir e muito. Eu e o cinema lotado, mesmo depois de já terem se passado duas semanas da estreia. 

Kiss bye!
Trailer: Loucas pra Casar





2 de jan. de 2015

Então?! Vamos falar de cinema? Êxodo Deuses e Reis

Olá pessoas!!!

Primeiro fim de semana de 2015, que tal pegar um cineminha?

Se ainda não sabe o que assistir, tenho uma dica pra vocês: Êxodo Deuses e Reis.

Pelo visto filmes contando as histórias da Bíblia estão super em alta. No ano passado tivemos Noé e no finalzinho estreou Êxodo. Como eu gostei muito de Noé, logo que vi o trailer de Êxodo fiquei com vontade de assistir.

Elenco: Christian Bale, Joel Edgerton, Aaron Paul
Direção: Ridley Scott
Gênero: Drama
Sinopse: Êxodo é uma adaptação da história bíblica do Êxodo, segundo livro do Antigo Testamento. O filme narra a vida do profeta Moisés (Christian Bale), nascido entre os hebreus na época em que o faraó ordenava que todos os homens hebreus fossem afogados. Moisés é resgatado pela irmã do faraó e criado na família real. Quando se torna adulto, Moisés recebe ordens de Deus para ir ao Egito, na intenção de liberar os hebreus da opressão. No caminho, ele deve enfrentar a travessia do deserto e passar pelo Mar Vermelho.

Se vocês já tiveram a curiosidade de ler as histórias de Moisés ou Noé na Bíblia, sabem que são narradas de forma mais sucinta e objetiva, sem muitos detalhes. Portanto se o roteiro de um filme fosse feito exatamente como a história é contada na Bíblia, não duraria 30 minutos. Logo, nos cinemas são criados acontecimentos para tornar envolvente a trama e dar consistência ao filme. Por isso nos filmes acontecem coisas que não estão na Bíblia. O que chateia muita gente. Foi assim com Noé é assim com Êxodo.

O que eu mais gosto nessas adaptações é de ver a transposição imagética das histórias que ouço desde criança. Fico impressionada com a imaginação e a inteligência dos diretores e roteiristas. No entanto, dessa vez isso não aconteceu. Começando que a história fugiu bastante do que está na Bíblia. É uma adaptação eu sei, mas tem momentos em que parece uma história a parte. Além disso, encontraram uma explicação científica para nove das dez pragas. Poxa! Assim não é milagre uai!

Se a explicação para as pragas foi um banho de água fria, a figura de Deus em forma de um menino foi um dos pontos (talvez O ponto) mais forte do filme. Primeiro que o ator que interpreta o papel é excelente, e os diálogos entre ele e Moisés são os melhores do filme. Segundo por que foi uma decisão ousada e muito boa. Na Bíblia Deus fala com Moisés o tempo todo, na maioria das vezes por meio de uma voz sem rosto. O que em um filme não ficaria nada interessante. Portanto o Deus Menino além de ser uma perspectiva interessante, ajuda na compreensão dos fatos e ilustra de forma arguta a relação entre em Deus e Moisés

A grande decepção mesmo foi a abertura do Mar Vermelho, ou melhor, a falta dela. Mais uma vez deram uma explicação científica pra um dos maiores milagres da Bíblia. Era a cena que eu estava esperando pra ver e no final a maré só baixou. E detalhe, eles não atravessam, eles não vão para Canãa, porque na hora que a maré sobe eles voltavam pra margem e assim, com Faraó destruído eles vão terra da mulher de Moisés. Oi?

O filme não é de todo ruim. Os efeitos especiais são muito bons assim como o cenário e a fotografia. Faltou um pouco de emoção e ação, mas os 150m de filme não são enfadonhos por isso. E pra compensar tem o Christian Bale, e só por ele eu já iria assistir ao cinema. Rsrs

Trailer de Êxodo Deuses e Reis


Kiss bye!!!



18 de nov. de 2014

Então? vamos falar de cinema?! Jogos Vorazes - A Esperança Parte I

Olá pessoas lindas!!!

Jogos Vorazes - A Esperança Parte I estreia hoje em todo o Brasil (porque somos divos e sambamos na cara dos gringos), porém, eu que sou ainda mais diva (e humilde) fui à pré-estreia, é claro! e conto tudo pra vocês em primeira mão.

Antes de mais nada, tenho que agradecer a Pams, afinal quem se prontificou na primeira chamada a ir ao cinema comigo em uma sessão de meia-noite foi ela. 
Pams, sua linda, diva, segura de si, eu já te amava antes agora amo tanto que nem o veneno de teleguiadas pode afetar esse amor! Gastei ein. Pena que você não entendeu. Rsrsr 

Já tá boa a cota de delicadeza neh.




Tava eu lá, esperando começar A Esperança Parte I, quando de
repente um bug fatal na película

Imaginei a sessão da pré-estreia estaria vazia. Me enganei. O ingressos já estavam quase esgotados quando a Pâmela comprou os nossos. Resultado: sentamos na terceira fileira. Ok. Podia ser pior. E foi. A película deu todos os bugs possíveis e o filme começou com uma hora de atraso. Meus queridos não foram cinco minutos, não foram 15, foi uma hora. Mas enfim, depois de muitas delongas e gritarias desnecessárias, deu-se início ao filme. 

A gente só queria assistir A Esperança
Parte I

Logo na primeira cena já é possível perceber que o filme será bem fiel ao livro. E no decorrer das cenas isso vai sendo reafirmado. Se vocês leram o livro, sabem que A Esperança é de todos o que tem mais diálogos e pensamentos de Katniss. No filme não é diferente. Temos muitas cenas de diálogos, muita Katniss pelos cantos e, ao contrário do que eu imaginava, não temos tantas cenas do Gale. Louvemos! 


Uma coisa boa do filme são as cenas de ação. Foram muito bem construídas e muitas são de tirar o fôlego. Ponto pro diretor e pra equipe efeitos especiais. Algumas cenas pareceram 3D. Por falar nisso, os cenários estão perfeitos! Um bom exemplo é quando a Katniss vai ao Distrito 12 e temos um mar de corpos carbonizados. A cena tem um ar pesado, sombrio, corpos sobre corpos fazendo você imaginar o grito desesperados das pessoas que só deixaram essas carcaças. 


Pra quem não leu o livro não há com o que se preocupar. é tudo muito bem explicado e não foram deixadas pontas soltas. A direção está aprendendo cada vez mais de um filme para o outro. 

Agora, vamos ao momento mais esperado neh: Peeta Mellark. Gente, eu esperei um ano para vê-lo e sofrer como sofri durante a leitura. Eu simplesmente não estava psicologicamente preparada. Mantiveram todas as suas cenas, e Josh Hutcherson, assim com Jennifer Lawrence, dá um show de atuação. O Peeta das entrevista com Caeser é triste, doloroso mas, o Peeta que vemos após o resgate, esse é chocante! OH MY GOD! O que é a cena do reencontro dele com a Katniss? Eu já disse que foi uma adaptação muito fiel neh, pois é, além disso é surpreendente. Essa cena deixa isso bem laro, assim como a maioria das cenas de guerra, superam as expectativas.

Como eu imaginei o filme acaba após o reencontro de Katniss e Peeta. Ainda tem algumas cenas depois disso, mas são bem poucas. Mas é a última cena a mais marcante de todas. Sabe aquele história de que o Peeta nunca mais será o mesmo, pois então, depois da última cena de A Esperança parte I você terá certeza disso. Além disso foi um momento muito bem construído, porque além de vermos em que o Peeta se transformou, vemos no reflexo do vidro que os separa o desespero e o medo no olhar de Katniss. 

Dada a premissa, pode-se ter a certeza de que a parte II será ainda melhor!


É isso gente! 
Assistam o filme, porque está muito bom e pra facilitar a sua decisão de ficar ou não depois dos créditos, eu deixo um videozinho do final da sessão. Só que pra ver esse vídeo, tem que acessar a nossa página no Facebook. É só clicar aqui!


Kiss bye!



8 de nov. de 2014

Então? vamos falar de cinema?! Drácula - A história nunca contada

Boa noite pessoas! (estou escrevendo às 00:40hs)

Sabem, eu deveria estar escrevendo o meu TCC mas, fui assistir Drácula e a vontade de falar sobre o filme é mais forte do que eu, mesmo porque eu gostei muito do filme por várias razões. E vou compartilhar algumas com vocês. Mas primeiro...

Sinopse: Os habitantes da Transilvânia sempre foram inimigos dos turcos, com quem tiveram batalhas épicas. Para evitar que sua população fosse massacrada, o rei local aceitou entregar aos turcos centenas de crianças. Entre elas estava seu próprio filho, Vlad Tepes (Luke Evans), que aprendeu com os turcos a arte de guerrear. Logo Vlad ganhou fama pela ferocidade nas batalhas e também por empalar os derrotados. De volta à Transilvânia, onde é nomeado príncipe, ele governa em paz por 10 anos. Só que o rei Mehmed (Dominic Cooper) mais uma vez exige que 1000 crianças sejam entregues aos turcos. Vlad se recusa e, com isso, inicia uma nova guerra. Para vencê-la, ele recorre a um ser das trevas (Charles Dance) que vive pela região. Após beber o sangue dele, Vlad se torna um vampiro e ganha poderes sobrehumanos.




5 razões porque Drácula - A história nunca contada é uma ótimo filme

Razão nº 1: É uma história sobre o conde Drácula que com certeza nunca ouvimos. É um filme sobre lealdade, amor, fé e sacrifício. Muitas vezes quando decidem contar a história de algum personagem mau, tendem a justificar seus atos com algo que sofreu no passado, no Drácula de Grey Shore, isso não acontece. Drácula passa de vilão a herói, não pelo sofreu mas, pelo que decide fazer para salvar aqueles que ama e o seu povo. Vários mitos e paradigmas são quebrados nesse filmes.

Razão nª 2: A cenas de ação são muito bem construídas e são muitas.
O jogo de cena nos momentos de confronto foram perfeitamente conduzidos por Shore. Quando o exército de um homem só, composto por Vlad Tepes entra em cena contra os turcos, temos um show de imagens não somente no quesito efeitos visuais  mas, também na transição homem-morcego-homem em luta.

Razão nº 3: É um filme objetivo: Com 1h32m de duração Drácula - A história nunca contada conta uma história incrível sem cansar ou dispersar o espectador. Nada de longos diálogos e especulações minuciosas, o foco aqui é a ação.

Razão nº 4: Luke Evans é o ótimo ator. Uma versão menos bonita e mais charmosa de Orlando Bloon, Evans expressa bem as emoções desse Drácula que até então não conhecíamos. Um homem em confronto entre seguir suas obrigações como rei ou proteger a qualquer custo sua família e seu povo, um homem vivendo entre a fé e o desespero. Evans soube mostrar muito bem essas emoções em suas caras e olhares.

Razão nº 5: "O tempo é curto para quem precisa dele mas, para as pessoas que amam ele dura para sempre." Rainha Mirena Só esse fala já valia um filme inteiro. 


Pois é gente, assistam o filme enquanto ainda é tempo, porque daqui a pouco estreia A Esperança parte 1 e não vai ter sala disponível para outros filmes. E podem esperar Drácula 2, pois temos um gancho no final do filme que deixa bem clara a intenção da Universal.


Trailer de Drácula - A história nunca contada


Kiss bye!
Inté!





17 de jun. de 2014

Livro e filme - Divergente #ADecepção



Hellos Pessoas!
Apesar de ter ido à estreia do filme, demorei_ e muito, mas enfim tem resenha de Divergente.

Livro =Título: Divergente  Autor: Veronica Roth  Editora: Rocco
Filme => Título: Divergente  Diretor: Neil Burguer


SinopseNa futurística Chicago, quando a adolescente Beatrice (Shailene Woodley) completa 16 anos ela tem que escolher entre as diferentes facções que a cidade está dividida. Elas são cinco, e cada uma representa um valor diferente, como honestidade, generosidade, coragem e outros. Beatrice surpreende a todos e até a si mesma quando decide pela facção dos destemidos, escolhendo uma diferente da família, e tendo que abandonar o lar. Ao entrar para a Audácia, ela torna-se Tris e vai enfrentar uma jornada para afastar seus medos e descobrir quem é de verdade. Além disso, Tris conhece Quatro, um rapaz mais experiente na facção que ela, e que consegue intrigá-la e encantá-la ao mesmo tempo.

★♠★♠★♠

Ganhei o livro de Divergente de presente de aniversário, e logo que comecei a ler tive certeza de que era muito bom e fiquei super ansiosa pela estreia nas telonas. A distopia criada por Veronica Hotts, conta a história de Tris, que é quem narra tanto o livro quanto o filme _esse é um dos pontos bons do filme: mantiveram a narração da protagonista pra explicar várias questões do enredo. 

Quando eu estava lendo o livro, já fui me preparando psicologicamente pros cortes que haveriam nas partes mais aflitivas. Por exemplo as lutas. Quem leu sabe que Hotts fez uma descrição bem feroz e realista. Quase um Game of Thrones juvenil. Mas era óbvio que a produtora, os roteiristas e o diretor não iam levar pras telonas todo o sangue e os hematomas do livro, que são muito diga-se de passagem. Enquanto no livro o treinamento na Audácia, é agonizante, cheio de suspense e tensão, no filme tudo ficou muito limpo e calmo. Um saco!

E não foi só o sangue que tiraram do roteiro não, tiraram vários personagem_ pequenos mas que eram importantes. Poxa! Cadê a Marlene, o Edward. E as mortes que no livro são heroicas e emocionantes, ficaram sem sentido e sem graça. Foi tipo "oh morreu! Que pena!"  

Pra mim o filme acabou quando apareceu aquela Christina de meio metro. Como assim??? A Christina deveria ser maior, BEM MAIOR, que a Tris e não cinco palmos menor. Sério, depois disso o filme ficou bem sem graça mesmo. Eu saí da sala frustrada. 

Inventaram cenas demais e excluíram o que era importante. Por exemplo quando a Tris luta com o Peter e fica tão machucada que vai pra enfermaria. Faltou verba pra fazer uma maquiagem decente de hematomas mas até aí tudo bem. O problema foi falarem que ela saiu da iniciação e se tornou uma sem-facção. Oi?
Pra piorar, ela dá um jeito de mesmo morrendo correr atrás do trem, quando os iniciandos estão indo pra outra prova e assim é aceita de volta. Tá tudo errado! Isso não pode acontecer. Uma vez que você vira um sem-facção, sinto muito não tem volta. Será que o diretor não entendeu isso quando leu o livro?

A evolução do relacionamento de Tris e Quatro assim como a amizade dela com os iniciantes da Audácia ficou muito superficial. E o cenário, que foço seco foi aquele? Que eu me lembre tinha quase uma cachoeira naquele lugar. Mas, o que mais me chateou mesmo, foi como fizeram a cena da morte da mãe da Tris. De repente ela levou um tiro e pronto morreu. No livro eu quase tive um colapso nessa parte. A mãe dando a vida pela filha e naquela situação, daquela forma. A Tris tendo que ponderar entre seguir em frente e deixar a mãe fazer o que tinha de ser feito, ou morrerem as duas. E no filme aquela cena péssima, sem emoção, sem nada.

E o final foi decepcionante. O que eles arrumaram com aquela luta da Tris e do Quatro. A luta foi foda. Só não entendi qual era daquele povo que não deveria estar lá naquela hora. E o que raios a Jeanine tava fazendo ali? Ficou muito desconexo sem dar o gancho essencial pro próximo livro/filme. Acabou e eu fiquei sem entender foi nada e sem o menor ânimo pra continuar com a leitura da trilogia. Tanto é que até hoje não li e continuo desanimada pra ler Insurgente e Convergente.

É isso: o filme foi uma decepção.


Pra quem não leu e ficou sem entender as facções no filme, elas são:

Abnegação A única facção dedicada à abnegação, esquecendo de si para o bem dos outros.  Eles acreditam em ações altruístas e alcançam a paz através da eliminação de egoísmo. Por serem incorruptíveis, são eles que controlam o governo, a distribuição de alimentos, etc. Sua cor é a cinza.

AmizadeÉ dedicada à paz, à bondade, ao perdão, à confiança, e à neutralidade. Foi formada por aqueles que culparam a guerra e a luta por falhas da natureza humana. Suas cores são o amarelo e o vermelho. Trabalham nos hospitais e na produção de alimentos.

AudáciaÉ dedicada a coragem, bravura e destemor. Ela tenta lutar contra a covardia, dando a preparação e a capacidade de agir durante o medo aos seus membros.  Os membros usam roupas pretas e possuem piercings e tatuagens. Têm também tendência a buscar adrenalina. São responsáveis pela segurança (são o exército dessa nova ordem). Sua cor é preto.

Erudição: São os pesquisadores e professores da cidade. Todo serviço que requer conhecimento específico (sistemas de informação, educação, invenções, ...) são responsabilidades deles. Essa facção tem sede de conhecimento e poder e vivem em conflito com a Abnegação, pois acreditam que eles não são tão altruístas como aparentam. Sua cor é o Azul.

Franqueza: São o setor judiciário, por oferecerem líderes confiáveis e seguros. A rixa com a Amizade se deve ao fato de que para ser amigável sempre, é necessário um pouco de falsidade, e eles falam sempre a verdade doa a quem doer. Suas são cores preto e branco.


Trailer: 

Ahhh! O filme tem uma coisa positiva: a trilha sonora, que além de boa combina perfeitamente com as cenas.


Kiss Bye!

15 de abr. de 2014

Então?! vamos falar de cinema? Capitão América 2 - O Soldado Invernal

Hellos Pessoas!

É claro que eu não poderia passar o fim de semana da estreia de Capitão América sem ir ao cinema neh. Minha vontade era ter ido na estreia mas, as aulas não deixaram. Fazer o que neh?! Bem que eu queria pular logo pra parte em que fico rica, mas, como isso não é possível, a gente vai subindo degrauzinho por degrauzinho... Chega de filosofia brega e vamos ao que interessa: A resenha desse épico (já sabem que às vezes eu adoro uma hipérbole), da Marvel.


Filme: Capitão América 2 - O Soldado Invernal
Direção: Joe Russo, Anthony Russo
Roteiro: Christopher Markus, Stephen McFeely
Elenco: Chris Evans, Scarlett Johansson, Samuel L. Jackson, Anthony Mackie, Robert Redford, Sebastian Stan, Cobie Smulders, Frank Grillo, Emily VanCamp

Capitão América 2 - O Soldado Invernal é o melhor de todos! O filme é tipo... PHODA!
Quando assisti Homem de Ferro 3 (leia aqui), eu achei que fosse quase impossível fazerem uma adaptação melhor (mesmo que a grande maioria do público e da crítica não tenham gostado tanto assim do filme, eu simplesmente amei!), mas aí veio pras telonas Steve Rogers acompanhado de Natasha Romanoff e Falcão me mostraram o quanto eu estava completamente errada.

Ok! Tenho que confessar uma coisa: O fato que contribuiu para que eu gostasse tanto de HDF 3, é eu que já era fã desde o primeiro filme. Logo, qualquer coisa que o Tony Stark fizesse nas telas eu iria amar. O mesmo não posso dizer do Capitão. Achei o primeiro filme um saco. Uma encheção de linguiça sem fim. Porém, depois umas aulinhas de história na Wikipédia e de assistir o 2 esse fim de semana, compreendi o enredo levemente maçante do primeiro filme. (Modo marcha lenta? On!)

O filme não traz somente um herói na tela mas, abre espaço para que possamos conhecer mais de outras personagens, da S.H.I.E.L.D, do fantástico mundo da Marvel. E pra ser melhor ainda, o longa tem ação_ e muita ação!!! As cenas de lutas são as melhores, quase reais (hipérbole), armas de lado e muito mano a mano, com reviravoltas e intrigas que beiram a linha das teorias da conspiração. Sem contar o humor é claro, que está na medida certa e irônico bem do jeito que a gente gosta.

Esse bloquinho é do filme nos EUA, aqui noBrasil aparecem nomes como
Chaves, Xuxa entre outros.
Depois de Nova York (a vida dos Vingadores agora é dividida assim: antes de NY e depois de NY), Rogers tem um cargo de confiança na S.H.I.E.L.D., mas por ser integro demais continua não sabendo de tudo, e entre uma missão e outra, tenta se atualizar depois de tanto tempo congelado. O que pode ser visto pelo bloquinho onde faz anotações do que precisa pesquisar. Mas, depois depois de uma missão dada por Nick Fury, acaba por descobrir que coisas terríveis estão para acontecer em Washington esse ano. E assim, juntamente com Natasha Romanoff (*-*), e Falcão, tem a missão de salvar nosso tão amado mundo, daqueles sediciosos de sangue e poder e de um inimigo-ciborgue-mascarado: Soldado Invernal.

O filme tem ainda o lado político que faz parte da construção do herói que dá nome, mas que tem um olhar crítico sobre as práticas governamentais, trazendo à tona (ou à telona) uma questão bem atual, quanto a crítica à invasão de privacidade em nome da segurança mundial.

Eu não posso terminar esse post sem falar dela, a Rainha: Viúva Negra. Gente! o que é aquilo? Que show maravilhoso ela dá em cena! Me desculpe Mulher Gato, Salt, Elektra, Mulher Maravilha, Trinity, enfim, o Oscar Girl Power vai para: Natasha Romanoff, fodasticamente interpretada por Scarlett Johansson. Sem mais!


Amanhã vou ver o filme novamente (eu e essa minha mania), e se fosse vocês corria logo pro cinema também! E não saiam antes de acabarem TODOS! os créditos.


Trailer

ps: Do jeito que sou, é bem capaz de chegar mês que vem e eu me derramar de amores sobre X-Men.


É isso.
Kiss Bye!


26 de fev. de 2014

Então? vamos falar de cinema?! - A Menina Que Roubava Livros

Olá Pessoas!

Sei que estou atrasada com essa resenha mas antes tarde do que nunca neh. XD


Elenco: Geoffrey RushEmily WatsonSophie NélisseBen Schnetzer, Nico Liersch
Direção: Brian Percival
Gênero: DramaDuração: 2h11m

Sinopse: Baseado no livro best-seller, A Menina Que Roubava Livros conta a história de Liesel, uma garotinha extraordinária e corajosa, que foi viver com uma família adotiva durante a Segunda Guerra, na Alemanha. Ela aprende a ler, encorajada por sua nova família, e Max, um refugiado judeu, que elas escondem embaixo da escada. Para Liesel e Max, o poder das palavras e da imaginação se tornam a única escapatória do caos que está acontecendo em volta deles. A Menina Que Roubava Livros é uma história sobre a capacidade de sobrevivência e resistência do espírito humano. 



Pois bem, quem já acompanha o blog sabe da minha paixão pelo livro A Menina Que Roubava Livros (que você podem ler a resenha aqui), então depois de muito tempo do lançamento do livro resolveram lançar o livro. Para a nossa alegria!

Eu fiquei preocupada porque achei que iam tirar a narração da Morte, que conta grande parte da história no livro. Então, não tiraram. Nossa narradora inusitada está no filme, porém acho bem complicado pra alguém que não leu o livro reconhecer o narrador como a morte. 

Outro ponto que me preocupava eram as passagens de tempo. A história acontece entre os anos da segunda guerra mundial, e Zuzasck, narra o crescimento de Liesel, nesses anos. Acrescentaram algumas legendadas para identificar essas passagens e as estações do ano também ajudaram, mas... no livro isso é muito mais nítido.

Não tenho o que reclamar da Liesel. Correspondeu às minhas expectativas e a atriz, Sophie Nelisse é perfeita! Hans Huberman e Rudy Steiner são outros que corresponderam.
Já Rosa Huberman deixou um pouco a desejar. No livro o autor explicita que apesar do seu jeito turrão e insensível, ela é uma mulher muito forte, com um grande coração que não tem medo de lutar. No filme porém, em alguns momentos ela parece mais uma menininha assustada. 

Senti falta das outras crianças da rua Himmel, mas entendo que acrescentar a participação delas no filme, de maneira correta, prolongaria ainda mais um filme que já é grande o suficiente.

Eu dou 5 estrelas pra adaptação porque a essência do livro é percebida em todo o filme. A fotografia é perfeita e casa com a trilha sonora. Me emocionei (leia-se chorei compulsivamente), em várias cenas, e quando o filme acabou ficou aquele sentimento de bem-estar. Só achu paia que não tenha recebido nenhuma indicação ao Oscar. 

O filme ainda está em cartaz em alguns cinemas então aconselho você a assistirem.



Bjos! Até a próxima!
Trailer:







16 de nov. de 2013

Então? vamos falar de cinema?! - Em Chmas

Hello Utópicos!!!

Estou muito feliz e sabem por que? Em Chamas é simplesmente PERFEITO!
Comprei meu ingresso adiantado_ é claro!_ e aguardei ansiosamente pelo dia de hoje. Roendo cada vez mais as unhas_ ou melhor, o esmalte porque voltei com o projeto 2013, e hoje, enfim (15/11), assisti o Peeta se declarando lidamente para Girl on Fire. Ahhhhh *-*

Chega de delírio. Vamos falar do filme neh!



O primeiro ponto a considerar é que Em Chamas foi mais fiel ao livro do que Jogos Vorazes. Dessa vez pegaram muito mais detalhes, o que fez toda a diferença. É claro que algumas coisinhas ficaram soltas pra quem não leu livro mas, nem de longe como foram soltas no primeiro. Cenas que eu achei que seriam postas de lado, estavam lá e muito bem construídas. Inventaram umas coisas também, tipo os mil beijos que a Katnniss dá no Gale, que além de desnecessários não são parte do livro. 

A fotografia estava ótima, assim como os cenários, tudo conversando, sincronizado. As cenas intermediárias_ aquelas que por se tratar de um livro narrado em primeira pessoa não dá pra sabermos, foram essenciais e bem-feitas também.

As personagens.
Katnniss diva como sempre. Está perfeita em todas as cenas, das cômicas às mais dramáticas. Mais uma vez ela prova que fingir, não é o seu forte. Rsrs
Lawrence deu um show de interpretação novamente e, mais uma vez eu digo, teria sido mais justo se ela tivesse ganho o Oscar pelo papel de Katinniss. Sério. é uma personagem muito mais volátil e rica do que a outra lá_ que nem sei o nome.
Peeta ♥ Eu amo ele demais. Tão lindo. *-* Josh merecia um Oscar. Só acho.
Quem é Team Peeta vai amar participação dele nesse filme. Gentil, sábio, romântico, aquele que sabe usar as palavras e... O que sempre se ferra! Sério gente. Tudo de ruim que pode acontecer sempre acontece com ele. É ele que afoga, é ele que é eletrocutado, e atrás dele que o bestante corre. É difícil viu, vô te contá ua coisa.
Gale, desnecessário. Não tenho a menor paciência com ele, por isso não vou nem me ater.
Heymitch, bêbado como sempre mas, soube explicar que os jogos não acabam quando você volta pra casa.

Prim, enfim fizeram jus a personagem criada por Collins. Colocaram a Prim madura que sabe o que tem que fazer e faz e abandonaram a chorona do primeiro filme.
Effie. Bem, ela é a Effie.

Os tributos estavam ótimos. Tenho que dar um Salve especial pra atriz que faz a Mags. A tia teve a moral! Nenhuma fala e simplesmente emocionou todo mundo. Finnick OMG!
Johanna é a melhor de todas, amei seu sarcasmo, sua ironia. Perfeita como eu havia imaginado.
Tem como não amar?
Além do quê, a maior parte das cenas cômicas foram protagonizadas por ela.
Ah! Quase que me esqueço das piadas. Katnniss tentando ser doce, por si só, já é uma grande piada. É tipo eu tentando ser delicada. Minha prima até comentou isso em uma das cenas:

Nossa! você parece com ela. Eu: Ah! sério? 
Ela: Grossa igualzinho. ¬¬'

É desse jeito. Mas, eu estava falando era das piadas não é mesmo? Pois é, nada de comédia pastelão. Cenas que nos fazem rir de verdade. Uma descontração, eu diria, para todas as DUAS horas de pura tensão.

É claro que vou ao cinema novamente. Mesmo porque, foi tenso assistir ao filme com os tributinhos (palavras da Fran, companhia da vez junto com a Letícia), fazendo escândalo na minha cabeça. Sério, que chatice! O povo gritava pra tudo.Desde a primeira cena quando aparece a katnniss, até em todas as outras. Pra verem como o fogo nas churanhas tava demais, vou dar um exemplo.

Fala de um personagem: Katnniss, o Distrito 12 não existe mais! depois dos jogos bombardearam tudo.
O povo: Êeeeehhhhhh. Uhhuuuu! Aaaahhhh!

Tenha a santa paciência! Tava vendo a hora em que eu acertaria uma flecha no coração de cada um. Ninguém merece. Parecia até sessão de Crepúsculo. Cruzes!

Mas enfim, semana que vem_ Deus seja louvado!_ as minhas aulas acabam e eu vou comemorar a alforria, assistindo a esta obra-prima novamente! =D

É isso gente. Não vou me ater muito ao enredo porque se não vou repetir tudo o que disse na resenha do livro (que vocês podem ler aqui), e também ficaria uma chatice.

Só mais uma coisa. Eu disse que o filme foi bem fiel ao livro mas, ficou faltando uma cena que eu queria ver muito. Era uma cena com o Gale e a Katnniss, e a fala do Gale, é seguinte no livro;

"Uma noite, enquanto caminho para a cidade na companhia de Gale, ele admite:

_ Seria melhor se ele fosse uma pessoa fácil de odiar." (Sobre Peeta)

Isso precisava ser esfregado na cara da sociedade. mas não foi dessa vez. Mas, pelo vocês sabem! rsrs



Bjo na bunda, inté!


Trailer